segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


That's a present of Hiddleston's Brazilians Fas and the blog Hiddleston Brasil. I'm the first person in video. Kisses.

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sábado, 10 de dezembro de 2011

Desabafo

Porque que o amor que me da fogo para minha existência é o mesmo amor que me mata aos poucos? Se é tão bom, porque doi tanto??? Eu gosto de falar com ele, mas doi a distância. Doi tantas coisas como me faz feliz. Eu não sei o que fazer. Ao mesmo tempo que eu quero que pare eu quero que aumente. Porque estou tão viciada em algo que me faz mal? Não digo viciada nele, mas no amor em si. Antes dele eu inventava amores para me sentir bem, e sofria depois, e muito. Porque isso não para? E porque eu não quero que isso pare?? Quando eu amo eu me sinto preenchida, mas a distancia doi, a indiferença doi, o ódio doi(isso de relações anteriores, não dele). Doi a ponto deu querer morrer, deu querer parar. Mas quando não amo eu sinto um vazio intenso no meu peito, como se faltasse algo, sinto nesse vazio uma dor tão intensa quanto a outra, e também quero morrer, parar, e invento um amor para curar, mas sofro com o amor inventado..droga.. porque isso.. porque esse vicio.. porque essa dor....???

domingo, 18 de setembro de 2011

Segunda Cena

A espada cortava o ar, partindo folhas, neve e gotas de suor provindas daquela que a empunhava. Aparência jovem e frágil, como uma jovem de apenas seis ou sete anos. Cabelos castanhos escuros balançavam a cada movimento feito, mesmo amarrados com uma pequena tira de uma espécie de metal maleável, comum apenas naquelas áreas do norte de Norvalic. Já a aparência da espadachim não era nem um pouco comum por aquelas áreas. Sua estatura baixa a fazia parecer apenas uma filhote de humanos. Seus olhos eram de um prata escuro, com um tom esverdeado, num lugar onde só haviam olhos azuis. Tinha cheiro de mulher. Mas ninguém ousava se aproximar da mesma, pelo sangue que corria em suas veias.
Trajava um vestido branco como as camponesas locais, mas ao invés do corpete comumente usado, de tecido, ela vestia um de Alhoin, o mesmo metal com que era feito o que prendedor nos cabelos, como uma armadura que a protegia de qualquer tipo de arma, sem portanto tirar o ar feminino que ela gostava de exibir. Nas pernas vestia uma calça de couro de javali, mas curtida de forma a ficar apertada em seu corpo, Calçava um par de botas feitas da mesma forma das outras coisas, só que na sola ficavam mais grossos, apesar de anatômicos para ajuda-la nas caçadas e lutas sem que tivesse os pés destruido.
Nos braços um par de luva do mesmo material, que deixavam apenas os dedos livres para facilitar o manejo da espada, que era feita de aço comum, mas que como os daquela região, eram extremamente fortes e afiados. E ali estava ela, brandindo e fazendo a lámina cortar o vento, em uma espécie de dança onde os passos eram milimetricamente calculados. E estava feliz, isso era visível na expressão de sua face. Permanecia concentrada no que fazia, sem perceber que o Sol já começava a se por, e que a escuridão não tardava a chegar.
- Karmina!
Uma mulher corria até ela as pressas, ofante e assustada olhando para o céu. Uma camponesa nos moldes comuns daquela região, e extremamente bela para os padrões locais, e na região tinham mulheres estremamente bonitas, sendo todas altas e com corpo voluptuoso. Vestia a moda da região também, e apesar de extremamente maior que a guerreira, suas feições e jeito demonstravam que ela era mais nova que a pequena de olhos verdes. Cabelos dourados presos delicadamente numa trança embutida, com uma fita do mesmo tecido do vestido, e pés proporcionalmente pequenos e delicados.
- O que foi, Mirien?- Karmina parou a espada e a embainhou, virando-se para a recém-chegada.- Atrapalhas-te meu treino.
- Não vês que o sol já está indo dormir? - a mulher falava como se a estrela fosse algum ser vivo.- Logo os servos de Kanyh despertar-se-ão. Vamos voltar.
- Está bem. -respondeu contrariada.- Vamos logo, então.
Fizeram seu caminho em silêncio, para alívio da pequena guerreira, que usou esse tempo para lembrar-se das histórias que ouvia na infância sobre a rainha da noite, Kanyh. Ela também é chamada de Senhora dos Mortos, e dizem que ela tem um enorme exercito de almas condenadas. Elas despertariam toda noite para andar pelos lugares e tirar as almas dos vivos, para leva-los para aumentar as fileiras do séquito de sua senhora, que um dia os usaria para dominar o mundo mortal. Reza a lenda que esses espíritos não podem entrar nas suas casas, apenas se forem convidados. Então todos naquela região, logo após o Sol começar a se por, retornam aos seus lares para se proteger dos mesmos.
A estrela mãe já está quase abaixo dos montes quando as duas chegam à aldeia onde as mesmas moram. A cidadela situasse dentro de uma enorme montanha, protegida por dois grandes sentinelas de dia, mas sem proteção a noite, pois todos iam para suas casas com medo dos espíritos da Deusa da Noite. Quando Karmina e Mirien avistaram a mesma, os guardiões já haviam se retirado, então as jovens entraram no lugar e foram para suas respectivas casas, que eram compartimentos construidos esculpindo as pedras da caverna. A morena as vezes perguntava-se se era sensato deixar a aldeia desprotegida a noite, mas o mesmo do exercito da morte era maior do que o temor de serem atacados e saqueados por aldeias rivais.
Chegando em casa, sorriu para os pais, que a esperavam assustada. A mãe correu para abraça-la, e ia falar qualquer coisa, mas a pequena tampou sua boca. Visivelmente não era filha biológica daquele casal, já que ambos os pais eram altos como o padrão da região, e também loiros de olhos azuis. Nunca falaram sobre como a encontraram ou sobre como os verdadeiros dela morreram, apenas os mencionavam quando diziam que a pequena era tão forte quanto eles, e que tinha pegado a sede de batalhas de ambos os genitores, que eram grandes guerreiros vindos do sul.
A mãe a soltou, e ela foi até o pai, que beijou o topo de sua cabeça docemente. Dirigiu-se então para a o seu quarto, e deitou-se no chão mesmo, com coberta de couro e pelo de urso gigante a proteger-lhe do frio intenso que castigava o lugar. Ficou desperta por algum tempo, pois sentia alguma coisa estranha no ar, algo que iria acontecer na aldeia e que deveria estar desperta para protege-la contra um perigo que atingiria em cheio o povo daquele lugar. Não obstante os instintos, o corpo cansado do treino do dia não agüentou por muito tempo, acabando por adormecer.
Não chegou a dormir por muito tempo, pois logo ouviu barulho vindo de fora. Ficou um tempo na cama ainda, mas logo ouviu um grito vindo da residência vizinha. Saiu correndo para fora da casa, passando pelo pai que pegava sua espada e vestia as pressas a armadura e a mãe que o abraçava beijando sua testa e orando aos deuses. Karmina não tirara as vestes para dormir, então poderia ir direto para a batalha. Apenas pegou sua espada e partiu para ver o que acontecia. Quando saiu para a parte central da caverna, viu quem os atacavam.
Não era uma aldeia rival como chegara a imaginar, mas um exercito do sul, com suas magias que destruiam a tudo a sua volta. A pequena via várias moças da tribo serem pegas e levadas até uma mulher altiva, com um ar meio insano, e cabelos ruivos como o fogo, que deveria ser a líder do exército. As vestes mostravam que era uma sacerdotisa de Koil, o deus insano do caos, da trapaça, do fogo e do sexo. Ela puxava o cabelo de cada uma e olhava em seus olhos, jogando-a ao chão em seguida. A morena sentia vontade de estripar a outra, mas não podia contra um exército inteiro que a estava protegendo. Então escondeu-se e continuou a espionar a cena.
- Aff. Não é nenhuma delas.-dizia enquanto jogava mais uma mulher no chão- Digam-me onde está a Virgem de Koil, ou matarei a todos aqui.
- Pare, por favor. - quem dizia era Mirien, que estava entre uma das jovens capturadas- Estás procurando no lugar errado. Não sabemos do que falas. Deveis ir embora e achar um lar para ficares. O exército de Kanyh já caminha pela superfície. Quem não estiver em suas casas morrerá.
- E achas que acreditamos nessas estúpidas superstições do norte? - dissera a sacerdotiza, rindo- Trata-se do frio, que vós não compreendeis. Em suas casas estão seguros pois é mais aquecido dentro dessas cavernas onde moram. Deveríeis usar roupas mais quentes, e não achar que é tudo culpa de seres inexistentes da morte.
- Não tripudies de nós. - a outra cuspia furiosa.- Tu nunca saberás a dor que é perder os pais para seres do qual não compreendes. O que é vê-los morrer na tua frente.
- Traga-me ela até aqui. - os soldados a trouxeram pelo cabelo, depositando-a aos pés da líder, que puxou-a pelos cabelos dourados e olhando em seus olhos.- Olhos azuis, não és a...
Não conseguiu terminar, pois logo sentiu algo vindo como um raio e batendo em sua mão antes de desaparecer novamente. Mirien se viu solta e tratou de correr para onde sabia que estava a atiradora. Os soldados tentaram persegui-la, mas foram postos a chão por um vulto que corria a uma velocidade que eles não conseguiam prever. Era Karmina, que perdendo o controle quando viu a amiga ser tocada pela sacerdotisa, começou a agir por instinto, como se algo dentro dela a controla-se, e desperta-se todo esse poder desconhecido.
Enquanto a amiga fugia para fora da caverna, a pequena continuava a luta. Com sua espada, decepava cabeças e perfurava estômagos e corações de todos aqueles que se colocavam em seu caminho. Quando vinham mais de dois ao mesmo tempo ou fazia eles matarem-se com as próprias lâminas, esquivando-se dos ataques com um pulo rapido e em seguida cortando a cabeça de ambos, ou com as costas da arma perfurava um e com a da frente o outro. Sua velocidade era tal que as armas mágicas não conseguiam atingi-la. Em questão de minutos todo o exército inimigo estava caído, mutilado, no chão da caverna. A pequena estava num mar de sangue, como a cor que seus olhos tomaram, e ela desejava mais mortes. Olhou para a sacerdotisa ainda intacta e foi ataca-la. A mulher colocou a mão para frente e a morena não conseguiu dar mais um passo, ficando a alguns metros da outra.
- Então és tu. Interessante.
Dizendo isso sem mudar a expressão do rosto, fazia algo que prendia as mãos da pequena nas costas, e também unia as pernas de modo a impedir a locomoção. Karmina caia ao chão, e era puxada pela mulher para ela, que gargalhava. A fúria que possuía a de olhos agora vermelhos era tanta que com seu poder conseguiu se desfazer das amarras invisíveis que a prendiam. A outra ficou furiosa com o insucesso do plano, e percebeu que seria arriscado continuar por lá, já que das mãos da pequena começam a emanar fogo e se isso continuasse como estava ela seria exterminada junto com toda a caverna. O calor emanado por mãos e pés da jovem era tanto que fazia a área onde estava começar a derreter transformando-se em lava. A serva de Koil recitou alguns versos e desapareceu do local.
- AAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!
A guerreira urra de fúria, perdendo a consciência logo em seguida.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Um Sonho

O enxame continuava a avançar pela ponte que ligava a capital à cidade vizinha. Os amigos não sabiam do que se tratava, mas sentiam que deveriam correr o mais rápido possível. Kassandra pisava no acelerador, e o carro ia cada vez mais longe. Pelos retrovisores podia ver a destruição que aqueles estranhos seres causavam. Pedro permanecia de olhos fechados e Marcus olhava arregalado o que os perseguia pela janela traseira.

- O.. o que é aquilo?

- E eu lá vou saber?- disse a morena, num misto de irritação e medo.- Porra. Vou ser morta por insetos mutantes.

- Nos vamos morrer.- choramingava Pedro, assustado.- Ou pelos monstros lá atras ou pela velocidade do carro.

- Pedro! - gritava a garota dando tabefes na cara dele- Vira homem, cacete!.

- Droga, Kass!- Marcus gritava assustado, enquanto o carro corria em ziguezague- Se você não segurar o volante o moleque vai estar certo.

A pequena voltou suas mãos para o volante, se preocupando em mante-los vivos até chegarem em Niterói. Não obstante a isso, algo dizia a jovem de olhos prateados que não deveriam ingressar na cidade, pois haveriam milhares de mais mortes se assim o fizessem. No fundo de sua alma ela sabia que o objetivo daquele enxame não era a destruição em si mesma. Eles tinham uma ordem definida, e não descansariam até cumpri-la.

A jovem pisa o pé na embreagem e logo em seguida afunda o outro no freio, parando o carro bruscamente. Marcus fora arremessado de cabeça, mas fora barrado pelo banco da frente, caindo no chão do carro com uma imensa dor de cabeça, mas consciente. Pedro não se moveu, preso pelo cinto de segurança, mas tremia assustadoramente de medo.

- Você quer matar todo mundo? - gritou o mais velho, assustado.

- Marcus, senta aqui.- disse a garota olhando para trás.- E vou ficar.

- Não podemos deixar..

- AGORA!- gritou ela já tirando o sinto e saindo do carro.- Antes que eles cheguem!

Ja podia-se ver os seres se aproximando cada vez mais. Marcus se recusava a sair do seu banco traseiro, olhando para a garota como se implorasse para que ela voltasse para o carro. Pedro foi mais rápido na decisão, e tirou seu sinto e sentou-se no banco do motorista, colocando rapidamente o cinto enquanto botava o banco para trás, fechava a porta e dava a partida. Quando o enxame chegou, o carro já sumira da vista da jovem.

«Pronto.» pensava ela, fechando os olhos. «É chegada a minha hora. Pelo menos os rapazes estão salvos. Me perdoe, mãe.»

Imagens de sua vida começaram passar pela sua mente, tanto épocas ruins quanto boas. Cenas com os amigos na infância. A adolescência deprimente. As cirurgias. A época em Petrópolis. O pós adolescência. O primeiro namorado. O segundo. Os livros, os sonhos. Tudo parecia ir por água abaixo, e pareciam tão supérfluos agora que estava as portas da morte. Ouviu um baque, um barulho de explosão e nada. Continuava viva.

Abriu os olhos lentamente, e o que viu assustou-a, mas ao mesmo tempo deixou-a aliviada. O enxame havia desaparecido, e na direção em que olhava havia apenas um homem, de costas para ela e embainhando uma espada que se assemelhava as dos antigos cavaleiros da idade média, mas uma luz provinha da mesma, dando-lhe um ar de certa forma angelical. Notou por ultimo que o homem planava. Era alto e vestia um enorme capuz negro.

- Ahn...erhh...obrigada, senhor.

Quando a figura encapuzada virou-se para olha-la ela assustou-se mais ainda. Ela o conhecia. O suposto cavaleiro jogou o capuz para trás, mostrando seu cabelo curto, um pouco espetado e loiro escuro. Os traços de seu rosto mostravam que o mesmo deveria ter entre trinta e trinta e cinco anos. A pequena sentia calor ao ver o homem, pois mesmo em um dia extremamente quente, ele vestia roupa que cobria o corpo inteiro, incluindo os braços. Seus ombros eram largos e seu corpo dava a impressão de ser forte. Embaixo de seus olhos, olheiras profundas demonstravam que ele não devia dormir a dias.

- Anh...

Não conseguiu terminar de falar, pois o homem a segura em seus braços e levanta vôo. A pequena tenta entender como aquele homem voava sem asas, afinal quilo ali não era nenhum universo de quadrinhos, bem que, depois de ter derrotado aquele enxame que parecia invencível, o cavaleiro deveria ser capaz de fazer tudo. Olhou nos olhos do mesmo, de um tom azul escuro, e sentiu suas faces corarem. Tentou falar novamente.

- Você..... ahn....

- Finalmente te encontrei. - E sorriu para ela, tocando em seus olhos.

- Espe.....-não conseguiu terminar, pois sentiu-se sonolenta e seus olhos perderam a força, adormecendo no colo de seu salvador.

domingo, 26 de junho de 2011

Loki, o Deus Trapaceiro

Um fogo me queima aos poucos, e ao mesmo tempo depressa. É o fogo do desejo, da paixão. Um gelo que queima, que arde. Que da vida e que mata. Que engana, que dissimula, que fantasia. Que ignora a realidade da distância entre nós. Que acredita que ela pode ser transponível. Um fogo que gela, que assusta, que impressiona. Algo que me faz não saber mais o próximo passo que eu devo dar. Algo que nubla minha visão, concerta meu coração, mas ao mesmo tempo deixa uma bagunça no mesmo. Minha ganha e perde sentido ao mesmo tempo. Tudo no mundo perde sentido, e então eu percebo que esse deus que faz tudo isso é simplesmente o sentimento Amor. Loki é amor. Mesmo que a deusa tida como sendo a deste sentimento seja outra.

E por que não dizer que o objeto desse meu amor, desse meu desejo, é ninguém menos se não Loki? O deus das trapaças, das brincadeiras, pregador de peças. Estranho que eu, uma pobre humana, ame um deus nórdico. Muitos dizem que ele não existe, que é pura mitologia, mas eu não creio nisso. Para mim ele é real, e eu sempre creerei nele, pois enquanto eu acreditar, ele existirá, e isso me dará esperanças de um dia te-lo ao meu lado. E então quando acontece quando eu encontro um Loki tão real que me faz suspirar e sonhar com ele todas as noites? Eu fico sem chão, sem reação. Com medo de decepciona-lo. Com medo de causar-lhe medo. Com medo de fazer algo que me faça perde-lo.

Meu Loki, meu trapaceiro. Ah... estou no paraíso de Loki Laufeyson. (risos) No nosso próprio Valhala particular. (risos) Eu o amo muito mesmo, e fico assustada sempre que ele se sente mal ou acontece alguma coisa com ele. Na verdade acho que eu o amo mais do que ao próprio deus Loki mesmo. Acho que devo pedir desculpas ao tal, pois conheci alguém que roubou todo o sentimento que eu sentia por ele. Meu Loki. meu amor, meu trapaceiro. Eu tenho um sonho de conhecer de fato esse alguém, de estar ao seu lado, de ser dele de verdade, para que possamos estar num paraíso completo, um mundo só para nós dois, aonde nós poderemos ser felizes até o fim de nossas vidas. Queria que ele soubesse que eu não quero banalizar o sentimento amor, mas que quando eu amo muito alguém eu costumo falar isso direto, pois quero que a pessoa sempre saiba disso.

Loki, eu te amo <3.. fui bem clara, L.u.c.a.s?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Elefantes

Elefantes sao doceis e amaveis. Sao inteligentes e espertos. Tem coracao, tem sentimentos. Eles sabem o que fazer na hora e no local certo. Sao fieis, e amam a sua familia, e sao amados por ela. Podem ser grandes, gordos, com um nariz enorme e duas presas igualmente grande. Mas tambem podem se disfarcar entre os humanos.
Eles tem um jeitinho peculiar de agir, sao indecifraveis. Voce nunca vai saber se eles estao sedo ironicos ou falando serio apenas pelo tom de voz deles, voce tem que prestar atencao no que eles fala para entender. Eles podem ser quietos e reservados, e as vezes parecer aos demais que eles sao arrogantes e prepotentes. Eles podem ficar horas discursando sobre um assunto que eles acham interessante, e voce vai querer ouvir mais.
As vezes eles ficam super carentes de atencao e querem abracar voce e ficam por horas abracados a voce. Tem horas que eles ficam grudados no computador e nao te dao nenhuma atencao. Escute tudo o que eles dizem, eles so o falam para o seu bem. Eles podem ser implicantes e encherem o saco de vez em quando, mas sao aqueles que voce vai amar para sempre.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Focas

O que eu posso falar das focas?
Sao animais fofos, alegres, gentis, apaixonantes e sedutores. Bricalhoes, fazem voce rir e querer ficar admirando sua beleza por horas. Gostam de bater palminhas quando estao contentes e gostam de alguma coisa. A brincadeira favorita deles e jogar a bola com a cabeca. Sao fieis em um relacionamento e se aproximam facilmente dos humanos, sendo alvo facil para domesticadores.
Sim, focas sao facilmente domesticaveis. E depois que sao, viram ultra fieis aos seus donos. Fazem tudo o que ele manda. Brincam quando ele manda, se socializam com quem eles mandam ou permitem. Ignoram que o dono nao gosta e nao quer que ele tenha contato. Focas nao escolhem suas parceiras, elas sao escolhidas pelo dono. Eles nao escolhem nada, sempre seguem o dono. Batem palma para tudo o que o mestre faz, mesmo que seja a coisa mais imbecil e idiota que exista. Nunca se apegue demais a uma foca e nunca espere nada de uma, porque ele nem vai te dar atencao se o mestre nao quiser.